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A história conta a vida de Page Brookstone, uma conceituadíssima arqueóloga cristã norte-americana, que trabalha há 12 anos em escavações em Israel com o grande empenho em encontrar algo significante para a cidade.
Page é procurada por um casal árabe que imploram-lhe para que escave sua casa, pois alegam ver fantasmas em seus cômodos… Apenas em cenas eróticas. Page larga, então, seu trabalho em Israel para escavar a casa do casal, virando motivo de chacota não só entre seus companheiros de trabalho, mas também, em toda a cidade, da qual confirma que o casal é apenas maluco.  Persistente e intuitiva, Page descobre o amor em metros abaixo do solo, quando quebra a barreira entre o tempo e espaço, achando a tumba de um grande profeta que vem sido estudado há  séculos.

O desfecho acontece há 600 anos antes de Cristo, quando Page e sua equipe formada por apaixonados por arqueologia e Mortichai, descobrem e apaixonam-se pela história do profeta Jeremias e Anatiya; história de amor da qual deixa Israel admirada, porém, com os nervos à flor da pele, quando descobrem que, só o amor pode unir cristãos, judeus e muçulmanos.
Page é persistente e, de fato, admirável, por abrir mão de um amor que julga não lhe pertencer, mas, no fundo de seu coração, sabe que poderá tê-lo… E mais rápido do que imagina.

Envolvente, cheia de romances proibidos, obstáculos (ou ‘poucas-e-boas’) e frases de pergaminhos encontrados que, no final, tem o mesmo objetivo: mostrar que o amor é mais forte do que qualquer barreira imposta.
Zoë Klein usa um vocabulário simples, porém, a escrita é tão detalhista a ponto de fazer o leitor apaixonar-se e fixar-se no romance até a última página e sentimento existente no livro.

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Em 24/10/11  |  Geração Editorial, Resenhas